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1Ago

A febre da comida de rua

Já a alguns anos, a crescente popularização da comida de rua tem mudado a rotina de muitos brasileiros na hora de comer fora de casa.

Já a alguns anos, a crescente popularização da comida de rua tem mudado a rotina de muitos brasileiros na hora de comer fora de casa. Encontros de food trucks e eventos como feiras de rua se tornaram mais populares e frequentes. Até mesmo em grandes eventos, como Rock in Rio, Tomorrowland e Lollapalooza os trucks estão presentes, oferecendo opções que variam desde hot dogs, hambúrgueres, pastéis até pratos mais refinados e até alguns assinados por chefs famosos.

 

Este movimento, que se intensificou por aqui nos últimos anos, surgiu nos EUA durante a primeira metade do século 21, mas voltou a se popularizar por lá no início dos anos 2000, quando a crise por lá foi se agravando e atingiu todo o mundo em 2007 Como a estrutura física de uma loja como bar, restaurante ou lanchonete é bem mais cara, muitos proprietários decidiram fechar seus estabelecimentos e ressuscitaram a popularidade das feiras de rua e food trucks.

 

Mas será que este negócio é realmente rentável? Quanto custa abrir um?

 

Primeiro, vamos falar das opções e de como a legislação enquadra cada uma das opções:

 

- Food trucks: são veículos com rodas, equipados para preparo e venda de alimentos. Esses precisam de registro no Detran, Anvisa, Inmetro, além do alvará de funcionamento da prefeitura. Por isso, o custo pode variar bastante de uma cidade para outra e você deve investigar se vale a pena abrir um na sua cidade. Além desses custos para regularização do negócio, o food truck em si, já equipado, pode custar entre R$ 50 e R$ 70 mil. Entre as opções de comida de rua, é o que apresenta estrutura mais cara, mas também acaba chamando bastante atenção. Aos finais de semana, é comum encontrar áreas destinadas a food trucks em algumas cidades ou até mesmo em estacionamentos de shoppings e grandes supermercados. O veículo também já é comum em algumas festas e eventos como casamentos.

- Carrinhos: os tradicionais carrinhos de pipoca, hot dogs, algodão doce e etc. são mais acessíveis, ainda que o transporte dos mesmos não seja tão prático. Geralmente equipados com rodinhas, os carrinhos possibilitam o preparo de opções mais simples, como lanches. O custo de um carrinho simples é de aproximadamente R$ 5 a R$ 20 mil reais, dependendo do material de que é feito, tamanho e se será customizado de alguma maneira.

- Barracas fixas: as barraquinhas de feira são bem simples e menos burocráticas. Você ainda vai precisar de alvará e provavelmente de algum tipo de registro que comprove que é feirante de um determinado local. A partir daí, é só garantir os equipamentos, que vão variar de acordo com as preparações que você pretende comercializar. Há desde barracas que apenas expõem e vendem alimentos, sem preparar nada ali. É o caso de pães artesanais, por exemplo, cujo mercado têm crescido e busca atender clientes que procuram maior variedade e qualidade nos produtos. Infelizmente, poucas padarias oferecem pães diferenciados, como os de fermentação natural, por exemplo. A maioria não evoluiu o suficiente para oferecer alternativas para veganos e celíacos, por exemplo. Por isso, é natural que esta demanda seja atendida por produtores locais, que vendem diretamente aos seus consumidores. Outro exemplo bastante comum é das feiras de produtos orgânicos, em que os produtores vendem hortifrúti, carnes, ovos, leite e seus derivados diretamente aos consumidores. Como o prazo de validade destes produtos é menor, acaba sendo vantajoso para ambos os lados, pois os clientes obtêm produtos de qualidade e mais frescos e os produtores conseguem uma margem de lucro melhor vendendo diretamente para os consumidores.

 

Além de ser uma excelente oportunidade para empreendedores, o negócio de comida de rua também apresenta menos impacto ambiental, já que o uso de recursos para transporte das mercadorias é menor do que em relação aos mercados como o CEASA, que abastecem diversas cidades. Em termos de custo, também costuma haver vantagens: muitos comerciantes fazem promoções no final do evento para liquidar os estoques ou oferecem produtos mais baratos para ter mais chances diante da concorrência. Em algumas cidades, é possível encontrar diversas opções de food trucks que entregam comida pelo iFood, por exemplo.

 

De acordo com uma estimativa do SEBRAE, cerca de 2% da população brasileira atua no comércio de comida de rua, denotando a importância da atividade para a economia do país. Embora não haja dados oficiais sobre a receita gerada por este tipo de negócio, o crescimento ocorrido no seguimento prova que a comida de rua definitivamente se tornou uma paixão nacional!

 

Se você pensa em abrir uma barraca ou food truck, entre em contato com a gente para orçar seus equipamentos. Nossos vendedores são super qualificados e te  ajudarão a escolher tudo que você precisa para realizar este sonho!

 

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