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29Jun

Cozinha afetiva: sabor e nostalgia para aquecer o inverno

Você já ouviu falar em cozinha afetiva? Para quem não sabe, a cozinha afetiva tem como objetivo despertar memórias e, com elas, sensações que todos nós temos.

Quem é que não se lembra do cheiro da comida da mãe? Ou da avó? Não é à toa que grandes chefs relatam ter desenvolvido o gosto pela gastronomia ao ver os adultos cozinhando quando eram crianças. 

Quem é que nunca comeu uma canja feita em casa para ajudar a curar uma gripe? Ou aquela macarronada aos domingos? Uma feijoada? Um frango assado, daqueles de padaria, que roubam o nosso olfato até a esquina? 

Pois tudo isso é cozinha afeitva; ela desperta na gente sentimentos que associamos à infância e aos nossos entes queridos. 

Não é à toa que muitos chefs têm priorizado este tipo de gastronomia, mais do que criar pratos requintados. Aproveitando o tempo em casa, muita gente também está aprendendo a cozinhar com os mais velhos e revisitando livros de receitas antigos. Em tempos em que devemos preservar os idosos, evitando contato físico, o “abraço” da comida da vó é uma forma de estar por perto. 

De maneira geral, os pratos da cozinha afetiva são simples mesmo, mas cheios de sabor e significados que vão muito além de uma mistura de ingredientes. Além disso, eles ajudam a manter vivas tradições culinárias importantes. A feijoada, por exemplo, apesar de ter ganhado diversas versões diferentes pelo Brasil, ajuda a contar a história dos nossos escravos africanos, que ficavam apenas com as sobras de carnes como pé e orelhas do porco. 

Já pratos como macarronada e lasanha nos remetem à segunda onda de escravos, dessa vez composta por imigrantes italianos que vieram para o Brasil fugidos da guerra e acabaram substituindo os escravos africanos após a abolição da escravatura. 

Algumas festas tradicionais também preservam pratos típicos há muitas gerações, como é o caso das festas juninas. Quem é que não gosta de canjica, pamonha, doces de batata doce, paçoca, quentão? Muita gente espera o ano todo para poder apreciar essas delícias no mês de junho. A festança é prorrogada até julho, quando as crianças estão de férias e fica mais fácil curtir as quermesses e festas juninas em família, não é? Tudo isso ao som de música típica e com direito à quadrinha e noivos, por favor!

Outro tipo de comida afetiva bastante presente na vida de todos nós: os bolos e doces. Quem é que não adora um bolo gelado? Ou os tradicionais de fubá, cenoura com cobertura de chocolate? Há quem prefira os bolinhos de chuva, os doces em compota ou combinações quase irresistíveis como queijo minas com doce de leite ou goiabada. Em outras regiões do Brasil, há outros pratos típicos desconhecidos de quem nunca viajou para outras regiões. Em Pernambuco, por exemplo, a Cartola é um doce típico feito à base de banana frita e queijo manteiga, um tipo de queijo típico do Nordeste. 

Independente da região, todo mundo tem uma história para contar sobre uma comida preferida e que era comum nas mesas de suas famílias. Reviver essas lembranças ajuda a confortar o coração e aquietar a saudade em tempos em que não podemos nos reunir.

Mas tudo isso vai passar. Enquanto isso, explore as suas receitas preferidas, peça a receita daquele prato que você tanto gosta ou prepare uma refeição para o pessoal de casa. Com certeza, o paladar e a saúde mental agradecem!

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